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domingo, 21 de novembro de 2010

II Mostra de Dança da Folha Gavionense

Quem esteve presente saberou uma perfeita performance do tango argentino em solo gavionense, confira!

II Mostra de Dança da Folha Gavionense

Confira mais uma apresentação da Academia de Dança "Eu Danço", de Guatapará!

II Mostra de Dança da Folha Gavionense

Veja mais uma apresentação da II Mostra GPX de Dança, realizada pelo Jornal Folha Gavionense em 2008.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Médico é o Deputado Mais Votado de Gavião

População Deixa Recado nas Urnas!

Como é de conhecimento da nossa população, o Dr. Osmar Feres, foi o 1º candidato Gavionense à Deputado Estadual, pelo PSB. Irmão de Roseli Feres, ex-candidata à prefeita na eleição passada, o conceituado médico que reside em São Paulo, alcançou 4051 votos, sendo que destes, 460 saíram das urnas de Gavião Peixoto. Osmar não foi eleito Deputado, porém, alcançou uma outra vitória: o voto limpo, por ideologia e por confiança dos eleitores gavionenses. Os 460 votos foram suficientes para tonar Osmar Feres o candidato a Deputado Estadual mais votado na cidade, nessas últimas eleições.
Por outro lado, essa vitória não agradou em nada os “compradores” de voto locais, que gastaram pequenas fortunas para conseguirem votações inexpressivas de seus candidatos. Outra “façanha”, é que a campanha de Osmar, em Gavião Peixoto, foi silenciosa, feita no boca a boca, pela irmã e a mãe do candidato, que aqui residem. Osmar Feres limitou-se a pintar alguns muros e fazer visitas aos eleitores, nas suas estadias na Cidade de Asas, aos fins de semana. Fica a lição da disputa limpa  e honrada, pois  Gavião provou que tem eleitores mais honestos que muitos políticos e candidatos.

Show de Talentos da Folha



Quem frequenta a comunidade de Santo Antonio, durante as tradicionais celebrações natalinas sempre comentam dos belíssimos presépios. Porém, muita gente não sabe, que aquelas obras de arte nascem das mãos calejadas do pedreiro,  Sebastião Bento da Silva, de 44 anos. Nas obras de Tiãozinho, a retratação do nascimento do Menino Jesus ganhou uma roupagem tipicamente interiorana, com direito a poço, monjolinho, roda d´água, cata-vento, além de casebres, hospedaria e  a tradicional gruta, tudo elaborado e executado nos mínimos detalhes, feito com material de sucata e materiais descartáveis.
    “Há algum tempo trabalho montando presépios. É uma maneira criativa de celebrar o nascimento de Jesus, compartilhando este dom com toda a comunidade”,   relata Sebastião, com toda a  simplicidade. Eis mais um talento revelado pela FOLHA. O trabalho de “Bastiãozinho”, como também é conhecido, é de encher os olhos e a alma, tão sensibilizada, durante as festividades natalinas. Até a próxima edição!

Positivo Negativo Edição 77

O que e quem está em alta ou baixa em GPX!

domingo, 3 de outubro de 2010

Editorial - Edição 76 - 16 a 30 de Setembro de 2010

QUANTO VALE A VIDA?

   Não há bem maior que a vida. Não há preço que recompense a perda de alguém. Diariamente, nos noticiários assistimos ao caos que assola a saúde pública de nosso país. Crianças, jovens, adultos e idosos morrem às centenas, por falta de atendimento ou colapso da rede hospitalar.
    O que era um problema exclusivo da rede pública, também atinge as redes e os hospitais particulares. É notório que o dinheiro é maior problema nos dois setores. No setor público, o problema é a falta de dinheiro, que desemboca nos ralos famintos da corrupção e não chega aonde deveria chegar, na quantidade em que deveria chegar.
    Na rede privada o problema também é o dinheiro, mas o foco é bem diferente. Os convênios, pagos por pacientes saudáveis ou não, são a fonte de recursos das operadoras. Nelas, pode não agir a corrupção, mas age a ambição desenfreada pelo lucro. A ordem é economizar mais, para lucrar sempre mais!
    Nos dois casos, percebemos que a vida tem ficado em segundo ou terceiro planos. O que importa é dinheiro no bolso, dos políticos corruptos ou dos médicos mercenários.
    Esse é o sistema capitalista, que transforma tudo em mercadoria, até mesmo a nossa vida. Médicos desmotivados ou mal remunerados já nem se lembram  do juramento de hipócrates. Resta-nos, como meros mortais, tentar sobreviver às mãos dos hipócritas!